Uma explicação alternativa para a origem desta expressão é que originalmente ela seria "arca da velha" e não "arco da velha". Isto porque senhoras de certa idade tinham o hábito de guardar coisas incríveis e espantosas nas suas arcas.
17 de setembro de 2014
É mesmo à portuguesa #5
Do arco da velha
Por volta do século XIX, a expressão "arco da velha"
servia para descrever o arco-íris, algo que já não é tão comum nos dias
de hoje. Uma das explicações por trás dessa expressão é a de que essa
denominação foi criada graças à história bíblica de Noé, quando depois
do dilúvio, Deus criou o arco-irís para demonstrar a sua aliança com o
ser humano e para dizer que não voltaria a enviar outro dilúvio dessa magnitude.
Assim, na expressão "do arco da velha", o termo "velha" representa a
velha aliança que Deus formou com o Homem. Por esse motivo o arco-irís
também é conhecido como arco-da-aliança.
Uma explicação alternativa para a origem desta expressão é que originalmente ela seria "arca da velha" e não "arco da velha". Isto porque senhoras de certa idade tinham o hábito de guardar coisas incríveis e espantosas nas suas arcas.
Uma explicação alternativa para a origem desta expressão é que originalmente ela seria "arca da velha" e não "arco da velha". Isto porque senhoras de certa idade tinham o hábito de guardar coisas incríveis e espantosas nas suas arcas.
11 de setembro de 2014
Cenas da vida de uma lojista #1
(espero que seja uma rúbrica a manter...)
A sério, não percebo... Estão a entrar, ninguém vai pensar que andaram a roubar, ou coisa que o valha!
E mesmo depois de lhes dizermos "Não tem problema, entre à vontade", as pessoas decidem passar mais dez vezes na porta para ver se são mesmo elas que estão a apitar! Parece que a atenção que receberam no primeiro apito estridente e irritante não foi suficiente...
Ah, e no fim, quando se vão embora, nós já estamos à espera que o alarme dispare, mas mesmo assim, voltamos a ter o vaivém de saídas e entradas... Não chegou a primeira vez?!
1 de setembro de 2014
Porque é que tudo o que é à borla é bom?
Não devo ter sido só eu a reparar, mas corre no sangue dos portugueses uma necessidade insaciável de adquirir produtos ou serviços a custo zero, mesmo que estes sejam completamente inúteis...
É que começa alguém a distribuir brindes no meio da rua e, de repente, temos um flashmob de atropelos e encontrões! É vê-los a esconder os brindes e a dizer "olhe, a mim ainda não me deu nada...", ou a mandar lá o filho/namorado/primo/amigo/etc. pedir mais, ou mesmo a ter a lata de dizer "pode arranjar-me mais um? é para a minha vizinha que não pode andar até aqui..."!
Já para não falar das fantásticas promoções em que, por exemplo, se levar 20 embalagens (em vez das duas que precisa) oferecem-lhe uma fantástica caixa!... que possivelmente num supermercado deve custar menos de 1euro...
Então e concertos/espectáculos/filmes grátis? É que, de repente, a cultura passa a ser muito mais importante na nossa sociedade...
Já para não falar de locais com wi-fi livre... Parece que, naquele momento, todos têm qualquer coisa para ver na internet!
Enfim, contra mim falo, porque se há coisa que tenho é sangue bem português, e já corri atrás de algumas borlas... mas, a sério, donde vem este nosso hábito tão sem sentido? Alguém me explica?
1 de agosto de 2014
A saga das salsichas continua...
Hoje é um post curtinho...
Lembram-se de eu ter falado sobre a lata de salsichas da Nobre que, em vez de 6, tinha 5 salsichas e meia? (http://tenho1duvida.blogspot.pt/2014/04/anotacao-rapida-3.html) Pois bem, acabei de abrir uma lata de salsichas da Sicasal que, em vez de 8, tinha 9 salsichas... Meus amigos, isto é o Universo a retribuir!
Ah, e já agora: Nobre, já foste...
30 de julho de 2014
Tenho mesmo, mesmo, mesmo de cortar o cabelo? (o antes e o depois)
Pois é, caros leitores, aqui a je estava na indecisão sobre como resolver um sério problema capilar, que consistia no enfraquecimento da raiz dos cabelos devido ao longo comprimento com que se encontravam... Os meus cabelos estavam a ganhar vida própria: era vê-los espalhados na almofada, na banheira, no chão, na roupa... em todo o lado menos na cabeça!
Dadas as proporções atingidas, decidi quebrar o jejum de 8 anos (durante os quais apenas fui cortando pontas estragadas e acertando o penteado escadeado) e cortar a sério o meu adorado cabelo longo. Não, não ficou curtinho porque quando o tenho acima do nível dos ombros, é impossível de o domar... Mas para mim, foi um duro golpe... de tesoura!
Aqui está o antes e o depois... Ignorem a minha expressão facial, foram momentos tensos vividos naquele cabeleireiro!

À ESQUERDA, O ANTES, com cabelo longo e desalinhado e cara de "Oh meu Deus, será que ainda dá tempo para fugir?"
À DIREITA, O DEPOIS, com cabelo de tamanho médio, arranjadinho e cara de "É agora que eu vou conquistar o mundo!" (ou então não...)
Digam de vossa justiça... não que ainda haja alguma coisa a fazer, não é?
14 de julho de 2014
Ser bom ou ser o melhor?
Sempre achei que era mais importante ter um conhecimento vasto do que ser especialista numa determinada matéria. Apesar de deste modo nunca aprofundarmos suficientemente o nosso conhecimento, acredito que, sabendo um pouco de cada área, valorizamos mais o trabalho de outros e ganhamos uma maior sensibilidade a questões globais. Acredito também que, em certos trabalhos, o conhecimento alargado é mesmo essencial, como é o caso do jornalismo.
Porém, em outras áreas, como é a minha área de estudos, os empregadores estão à espera que te especializes num certo tema e que o desenvolvas até à exaustão, para teres a remota possibilidade de trabalhar com isso. O problema é que, ao te especializares, perdes a visão geral da matéria, bem como a capacidade de solucionares problemas interdisciplinares.
Fico na dúvida então: é preferível ser bom a tudo ou ser o melhor nalguma coisa?
3 de julho de 2014
Porque é que a vida não tem banda sonora?
Sabem aqueles momentos em que ouvem uma música e, de repente, "viajam" para um lugar ou momento especial? Ou então aquelas situações em se lembram de uma música que seria perfeita para representar o vosso estado de espírito?
Pois, nesses momentos, gostava que a minha vida fosse como um filme, com um sonoplasta sempre a postos para embelezar o meu dia com uma música perfeita... Acabavam-se logo os dias monótonos e aborrecidos, para dar lugar a um musical único e imprevisível!
Tenho várias músicas que me acompanham desde há algum tempo, por me fazerem lembrar momentos especiais. E vocês, têm alguma música especial? Partilhem...
Eu vou partilhar esta com vocês...
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